quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Prioridades.

Ou eu passei a minha vida toda enganado, ou algumas pessoas não sabem mesmo o que vale a pena na vida.
Cresci aprendendo a dar valor a tardes coisas ao lado de amigos, falando coisas aleatórias e assistindo o tempo passar. E admiro pessoas que compartilham esse tipo de momento.
O que eu realmente não entendo, é como algumas pessoas conseguem colocar coisas tão inúteis, acima de coisas simples que realmente fazem diferença. Coisas como ego, status e vertentes dessas futilidades ligadas a aparência se tornam mais importantes do que muita coisa pra gente desavisada.
Só espero que a vida mostre a tempo para essas pessoas o que realmente importa. Porque eu cansei de tentar.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Mentiras e mais mentiras...

Blá.. blá... blá. É isso que sempre falo. É isso que eu sempre escrevo. É um aglomerado de palavras sem razão nenhuma.
É sempre a mesma história. Sou eu falando de mim mesmo e sempre reclamando que eu não sou mais quem eu queria ser. E daí?
Ou mais, fico dissertando e dizendo que eu não me sinto vivo, que eu queria viver, que eu queria isso... que eu queria aquilo. E eu digo novamente: E daí?
Cheguei finalmente a conclusão de que se eu quisesse ser o 'Eu' de antes, eu seria. Se eu quisesse me sentir vivo, me sentiria. Mas eu prefiro ficar proferindo palavras e mais palavras que nas condições atuais não tem sentido algum.
Palavras só tem fundamentos se acompanhadas de atitudes sinceras. E eu não tenho nenhuma atitude. Concluo então que sou um mentiroso.
A vida, a qual eu tanto reclamo, vive me dando inúmeras chances de eu ser quem eu sempre quis. Sempre me abre portas, sempre me mostra pessoas. E eu? Eu ignoro tudo, sempre. Só pra ficar me lamentando depois por não ter nada. Sem se quer notar, que se eu não tenho nada, a culpa é única e exclusivamente minha.
Pessoas tentam o tempo todo se tornarem únicas pra mim. E, a única coisa que eu faço, é afasta-las cada vez mais.
Então, assumi comigo mesmo o compromisso de que, só voltarei a expressar as coisas em palavras, quando elas forem verdadeiras. Só voltarei a reclamar da bendita vida, quando eu fizer tudo que estiver ao meu alcance e nada der certo. Só vou reclamar que eu estou sozinho, quando eu realmente estiver.
Daí, quem sabe as minhas palavras se tornem sinceras.

sábado, 18 de setembro de 2010

Untitled

Às vezes tu chega a um nível, que nada tá bom pra ti. Nada te agrada, nada é o suficiente e as suas revoltas sem porquês são quase constantes.
Tu procura em inúmeros rostos, revira outras mil caixas e passa noites acordado tentando achar algo que te faça sentir vivo. E nada.
Tu então começa a se apegar a fagulhas de sonhos, fagulhas de sentimento que tu acha que vão se potencializar. Daí pra frente tu tem dois caminhos, ou tu realmente consegue o que quer e se sente vivo. Ou, é o fracasso total. Geralmente eu fico com o segundo caso.
Porque eu prefiro sair machucado de algo, do que indiferente. A apatia é a pior coisa a qual um ser humano pode vivenciar. Então, no auge da minha busca incessante de não ser acometido por tal apatia novamente, eu ajo de forma impulsiva, e, consequentemente, cometo erros graves.
Mas que doa, pelo menos doendo eu sei que eu ainda to aqui, vivo.
Afinal de contas, entre erros e possíveis acertos a gente vai seguindo. Entre as minhas conquistas e as minhas lamentações, se encontra a minha vontade de viver.
Entre as merdas que eu já fiz e a que eu sei que ainda vou ver. Eu me divirto um pouco.

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

The rise and the fall

Eu era... . É um ótimo jeito de começar um relato como esse, porque é exatamente o que ele retrata. O que eu fui um dia.
Eu era, digamos, um príncipe encantado, não fosse pelo biotipo que nada se equipara a um, mas ao menos nos ideais. Eu era exatamente aquele tipo de pessoa encantada por amor e derivados. Aquele que sonhava tão alto que olhar para o chão assustava. Mas que diferença fazia? Eu não queria ficar no chão, queria ficar o mais alto que eu pudesse, voar o mais alto que me fosse permitido. E, quando lá chegasse, iria transpor o limite, como eu sempre fiz.
Esse guri, ousado e guerreiro, é o que eu era. E por ser assim, sou o que sou hoje. Se antes tu me via escrevendo cartas e músicas quem declamavam amores incondicionais. Hoje tu me vê com um cigarro em uma mão e um copo de vodka em outra. Onde a minha única reclamação é o fato de ter acabado a coca-cola. Me tornei exatamente o oposto de antes. Se queria voar, hoje piso no chão com firmeza. Se era insensato, hoje tenho sensatez o suficiente para me entediar. E o tal do amor já não me inebria como antes.
Sou uma capa de racionalidade que sobrepõe um romântico sem causa.
Sou o resto de um sonhador que sonhou demais.

sábado, 31 de julho de 2010

Filme.

E já não importa. Nenhuma das minhas palavras tem importância relevante aos fatos que me ocorrem no momento. Porque as palavras, se tornaram só palavras. Porque a minha vida se tornou um filme ao qual eu não sou protagonista, sou espectador. E eu já não faço questão de interpretar o meu papel. Ficar aqui sentado, somente observando o espectáculo acontecer, me parece mais cômodo. Não que seja empolgante. Não que me faça sentir vivo. Mas que diferença faz me sentir vivo agora?
Viver é difícil. Muito mais difícil do que todo mundo pensa. Ainda mais quando tu é um dramático por natureza. Pois até mesmo os dramáticos e românticos sem causa cansam de sofrer às vezes. Até mesmo a pessoa mais feliz do mundo, cansa de sorrir. E por aí vai. Nada igual é tão divertido.
Então, tu vai lá e toma um porcetagem absurda de álcool. Faz algumas coisas que jurava que nunca faria. E tenta achar respostas em imagens nada familiares. O que tu acha? O de sempre. Nada.
Nada por nada, eu fico aqui assistindo ao tal espetáculo de baixo orçamento, cenários ruins e atores de pouco talento. Eu continuo acompanhando esse filme de quinta que eu chamo de vida.

sábado, 29 de maio de 2010

Noite

* É da noite que eu gosto. o dia é tão sem graça.

* A noite é tão intensa. O dia tão banal. A noite é aonde os grandes detalhes fazem a diferença, é aonde tu precisa olhar mais de uma vez para algo, para nota-lo de fato. No dia, tudo passa, tudo vai e você nem ao menos dá atenção.

* É a noite que se ve a Lua, tão linda, tão majestosa. Musa inspiradora de muitos amores, muitas canções. Existem ainda as estrelas, as constelações. Tudo reluz mais a noite, tudo brilha mais. O imperceptivel ganha destaque.

* Os sonhos? São em sua grande parte concebidos a noite. Seja deitado no travesseiro com o pensamento longe. Seja nas ruas dessa cidade luminosa, perdido em algum rosto desconhecido(ou não). Caminhando pelos caminhos de sempre, ou inventando algum novo caminho. Tanto faz, é a noite que se sonha. E é sonhando que se chega a algum lugar.

* É a noite, mais precisamente nas madrugadas, que eu costumo me encontrar melhor comigo mesmo. Seja naquele travesseiro antes de durmir. Seja caminhando desavisadamente por alguma rua luminosa, ou perdido em qualquer canto escuro. É a noite, sob a proteção da escuridão, admirando a grandeza da lua e no silêncio absoluto da minha própria mente, que eu me encontro.

* Me encontro, tento me reconhecer. Planejo o futuro. Penso no passado. E acabo fechando os olhos e adormecendo. As minhas discussões comigo mesmo, sempre são divergentes. Nós nunca concordamos. O eu e o eu.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Destinatários errados

* Todos nós guardamos todo o amor do mundo dentro de si mesmos. Creio também, que todos esperam encontrar uma pessoa especial para entregar o tal amor. Todos nós guardamos as palavras mais belas, os abraços mais sinceros, os beijos mais intensos. Tudo isso, para dar aquela pessoa, a mais especial, a dita única. Mas há um erro ai.

* Tudo isso citado acima, é como uma carta, onde cada linha é escrita com exímia perfeição, com exímia maestria, afim de buscar a perfeição para demonstrar tudo o que se sente. Afim, de tentar encontrar a forma mais eficaz de trazer quem queremos para o nosso lado, para o nosso abraço, para ter o nosso maior amor do mundo. Bobagem. Pelo menos pra mim.

* Se tudo isso tem um destinatário certo, o tal carteiro da minha vida sempre errou com perfeição. Sempre entregou as cartas certas, as pessoas erradas. Sempre enviou meus abraços sinceros, as pessoas que não os queriam. E o meu maior amor do mundo, ficou em alguma gaveta de correspondências velha, de um coração abandonado, que não queria amor algum.

* E agora? Reescrevi tudo que eu tinha a escrever a alguém um dia, todo o amor do mundo, todos os abraços sinceros e todos os beijos intensos. Agora, não os deixei em uma caixa de correio, a qual o mesmo carteiro desorientado vai pega-la e guia-la novamente a pessoas errôneas. Agora, a enfiei dentro de uma garrafa e a lancei ao mar.

* Talvez a sorte e o acaso sejam mais precisos que um carteiro desavisado. Talvez.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Substituição

* Chega uma hora da sua vida que você não se reconhece. E pior, isso não gera nenhum drama interno. Nessa mesma hora, você olhar superficialmente ao redor e vê que tem quase tudo que sempre quis, mas ainda assim tem alguma coisa errada. Aí, você pisca os olhos e os deixa semi-fechados para olhar detalhadamente tudo o que você tem e vê que são apenas falsos prazeres, é apenas uma aglomerado de coisas que você usou pra substituir a ausência das coisas de verdade, aquelas que você realmente queria. E isso é sua culpa? Eu acho que não.

* Às vezes a vida te fecha tantas portas, te tira tanto dos seus planos, caminhos e sonhos que você planejou, que você simplesmente se adequa ao que ela te dá, e ponto. É a substituição, você aceita o que tem, por não ter o que quer. Mas isso está fadado ao fracasso iminente. Absolutamente nada é substituível e a gente percebe isso da pior forma possível. Percebe quando substitui, quando se empolga e depois se frustra, quando se procura alegria aonde não tem, quando se procura razão pra continuar fazendo aquilo, não querendo fazer.

* E o que tu faz? Joga tudo fora de novo e fica na eterna busca pelo que tu sempre quis? Ou tu se adequa ao que tem e tenta feliz assim?

* Se você esperava essa resposta de mim, digo a todos que eu não sei. Me desculpem.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

O romance não existe.

* Quando nos foi apresentado o amor, em sua forma mais pura e inocente, não nos avisaram que tal forma NÃO EXISTE. Há quem conteste, há quem duvide da minha opinião, mas falo da posição de quem já experenciou alguns fatos, para ter o direito de dizer que de fato não existe. Não do jeito que nós pensavamos.

* Chegamos a um ponto de existência em que a conquista de um 'amor', não se faz mais de "eu te amo's" e atos ditos ROMANTICOS. Chegamos a um ponto, aonde se preocupar em fazer alguém se sentir especial afim de tentar ter o amor dessa pessoas para si, é inútil. Aonde romantismo é secundário e outras coisas como status e 'popularidade' se apoderaram das posições importantes do dito 'amor'.

* Venho de um lugar onde os romanticos nasceram romanticos e planejaram morrer assim. Onde a melhor coisa do mundo era arrancar um sorriso de encanto, apreciar os olhos brilhando e aquela felicidade incontrolavel de quem tu ama. Onde surpreender já nem era tanta surpresa, pois se tornava quase que rotineira a vontade de praticar atos marcantes daqueles que causassem a reação citada acima. Era só isso que bastava para causa felicidade em um ser da minha 'raça'.

* Foi ai que me tiraram do meu lugar e me jogaram no mundo real. Aqui, atos romanticos são despresiveis, pessoas apaixonadas descartaveis e seres ingênuos - como eu - não são perdoados. Aqui reina a racionalidade, a frieza e o egoísmo. E aqui, eu aprendi a me esconder.

* Eu tentei viver como eu vivia no meu mundo, tentei buscar a alegria das pessoas que eu quis bem nesse meio tempo, tentei surpreender, encantar, fazer feliz. Não consegui. E depois de incessantes tentativas, resolvi parar de tentar.

* Agora estou aqui, sentado, escondido e procurando algum meio de voltar ao meu lugar. Se é que ele existiu um dia.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Eterna espera

* A gente passa a vida toda esperando. Ou pelo menos eu passo o meu tempo todo esperando. Espero que o tempo não passe, ou passe rápido demais. Espero que as pessoas mudem, que o que eu quero aconteça e o que eu não quero, não aconteça. Espero pessoas que eu nem imagino aonde estejam.

* Aí que mora o erro, todos nós já ouvimos o tal ditado do 'tá esperando o que? Cair do céu?', é mais ou menos isso. Eu sento e espero cair do céu, alias, é exatamente isso no meu caso. Mas espero, porque já vi que tentar alçar voô a distâncias inimaginaveis e pegar seus objetivos com as próprias mãos, é mais dificil e doloroso do que parece. Então, pelas vezes que eu tentei voar e não sai do chão, ou pelas vezes que eu cheguei próximo demais do sol e as minhas asas entraram em chamas, eu fico aqui, no chão, olhando pra cima e esperando cair do céu.

* Quem me olha de longe, acha estranho. Quem ve de perto, mais estranho ainda. Sou como uma criança, daquelas que sentam em silêncio e ficam olhando para cima como se fosse acontecer algo, mas nunca acontece. Sou uma criança que parece ter vivido mais do que deveria. Uma criança que espera, mas não tem expectativas, tem vontades, mas não tem sonhos.

* Então eu fico aqui, esperando e esperando. Rezando para que alguém não tome de mim o que eu julgo ser meu por direito, que ninguém voe mais alto do que eu voei e que o tempo me de chance de ter coragem de voar de novo.

* Espero sonhos que não existem mais, palavras que não ouvir, pessoas que não vão chegar. Espero um dia parar de esperar. A tal espera não há de ser eterna. Não pode ser.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Evolução

* É sobre ostentar. Eu quero deixar claro isso logo na primeira linha.

* É sobre a mania de auto suficiencia que muito de nós temos, de manter a aparência de algo que não é verdade. Sobre forçar sorrisos, forjar euforia, mentir sentimentos. É sobre não ser um humano de verdade. É tudo que a gente faz pra não ser sincero.

* É aquela mania idiota de deixar o nosso orgulho suplantar todas as outras formas de sentimentos que cabem em nós. É deixar de sentir, pra omitir, pra enganar. Ou seja, pra ostentar. E só me diz por que?

* Me pergunto a cada vez que deparo com tamanha ridicularidade, o porquê disso tudo. Porque não enchemos o peito de sinceridade, porque não olhamos nos olhos e vamos enfim dizer tudo o que sentimos de fato? Por que não assumir a saudade? Por que não manifestar a vontade? Por que esconder o 'eu te amo' que a gente insiste em sufocar? Por que?

* Em qual parte da teoria da evolução nós nos tornamos robôs? Para mim a evolução se limitava a espécimes vivos, com todos os sentidos e emoções dos seus antecessores, e a cada ciclo, uma nova caracteristica que ajudasse em sua sobrevivência. Em nenhum livro eu li, que viriamos a ser mecânicos um dia.

* Neardentais sentiam e expressavam mais que a gente. Cadê a evolução? Cadê o orgulho disso tudo? Onde está a famosa ostentação?

* Eu prefiro sentir. Sentir e expressar. Sentir e ser ouvido. Sentir e ser sentido.

sábado, 30 de janeiro de 2010

(Pré) Suposição

* Acho que é comum de todos os seres humanos verem cada pessoa de uma forma diferente, senão, pra mim é. É quase como se você rotulasse cada pessoa com uma faixa na testa onde pode estar descrita: "amigo", "irmão" , "falso", "amor da vida" e etc. E pensando e pensando eu cheguei a conclusão do quão isso é ridiculo.

* Como uma grande guria sabia citou uma vez, cometemos um 'suicidio diário'. O que quer dizer, que hoje, não somos o que fomos ontem, e nem o que seremos amanha. É simples assim. Então, porque essa mania tão hipocrita de rotular as pessoas com adjetivos que convém somente a ti? Da mesma forma que a gente muda diariamente, os nossos sentimentos mudam, talvez não diariamente, mas mudam. Tudo muda. É como aquela pessoa que você tinha pregado na testa "amigo" e quando tu menos esperou, te apunhalou pelas costas. Tenho certeza que você trocou o rotulo dela, não?

* Poucos são os meus rótulos permanentes, salvo uma ou duas exceções. A grande maioria deles não passa de uma (pré) suposição do que eu acho que alguém é. Ou uma ilusão que eu tenha criado devido a atitudes. Sei lá, são coisas tão váriaveis. Com os sentimentos, realmente é mais complexo, muito mais. Você não rotula alguém como "o amor da sua vida" hoje, e amanha muda de idéia. É quase certo que essa pessoa realmente não vai ser o amor da sua vida, mas é o que você pensa, talvez por sentir naquele momento, algo parecido com o que você pensa que é o tal do amor. Enfim, não hoje, não amanha, mas vai mudar, e no fundo, todos sabemos disso. Então por quê? Porquê a gente tem essa mania absurda de querer rótular e controlar as coisas? A resposta está contida na pergunta. Controle.

* É pela simples e frágil ilusão de que você torna as coisas 'controláveis', ou no meu caso, totalmente fora de controle. Mas a maioria das pessoas acha 'cômodo' o fato de rotular um ser como algo, e seguir aquilo, invariavelmente. Ou até que outro ser, mostre que aquele rótulo estava errado, e roube o rótulo pra si. Mas é um círculo fatalmente vicioso.

* O que deveriamos fazer é viver a vida e cada instante que ela possa nos propiciar. Alguns rótulo só servem para nos impedir de ver o que realmente é real, o que realmente é uma oportunidade, e o que cada pessoa pode mostrar de si mesma.

* Não acredite que você sempre sabe tudo sobre uma pessoa, ou que vai sempre saber. Menos ainda que saiba sobre todos os seus sentimentos, ou sobre o que você sempre vai sentir. Não acredite que você sabe completamente quem é você mesmo. Porque você não sabe de NADA disso.