* Nem sempre parte do mesmo ponto. Mas há um ponto em comum em todo começo. Pode ser que tu não perceba chegar, ou pode ser que tu veja ele crescendo gradativamente sem poder fazer nada pra mudar. Ou ainda, pode ser que você negue a sua existência, mas no fundo, tu sabe que ele está lá.
* Depois que comprovada a sua veracidade em ti, ele começa a te causar os sintomas que ao teu ver, tu nunca sentiria. A saudade de quem tu viu a 5 minutos atrás. As lembranças de um momento que a vista de todos, não foi nada, mas pra você, foi tudo. As noites em claro por motivos que em outras ocasiões seriam banais. Os sorrisos incontrolaveis pelos flashs de memória que te marcaram de um modo que ninguém entende. A alegria fulminante e repentina que invade teu peito quando tu ouve um nome, reconhece uma face e/ou sente um cheiro.
* É como uma doença. Não. É uma doença, da qual, muitos não querem se curar. Porque é uma doença que todos querem se contaminar. E , por mais que às vezes ela deixe marcas incuraveis, isso não a torna menos encantadora. Por mais que exista aquele outro lado, que aquelas noites em claro não sejam felizes, e sim, cobertas de lágrimas por momentos que tu queria esquecer, dificilmente, tu vai querer estar completamente curado dessa tal doença.
* É meus caros, lhes falo do amor. Dessa doença contagiosa que todos já tivemos, ou temos, ou esperamos o momento de ter.
* E falo da saudade que tenho de não ser saudável.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
domingo, 1 de novembro de 2009
Não tente me entender...
* Tu passa dias, horas, minutos e algumas noites mal durmidas pra tomar certas decisões na vida. Ai, quando tudo parece resolvido, alguém te coloca mais uma pedra no caminho, tu tropeça, rola o caminho todo até o ínicio de tudo. Bem ali, aonde todos os fantasmas ainda te assombram e onde tu tem certeza que não fez o caminho tão certo assim como pensava.
* Só que ao invés de tentar subir a montanha denovo, tu começa a olhar as coisas de outra perspectiva. Afinal, quem disse que tu tem que subir essa montanha? Quem foi que estipulou que já que essa foi a escolha inicial, ela tem que ser única e definitiva? Você mesmo. E quando tu olha as coisas de outro modo, tu ve que não era o caminho que estava errado, era você que não sabia como caminhar. Mas não ache que só por chegar a essa conclusão você tem todas as respostas. Agora são as perguntas que mudaram.
* É ai que eu me encontro, eu deixei de ser espectador, pra tentar ser protagonista. Ninguém pode viver a minha vida por mim. E, mesmo se pudesse, eu nunca deixaria.
* Eu até gosto, de tropeçar, errar, me levantar. E ver, que eu não estava errado, talvez eu só estava procurando a coisa certa no lugar errado. Ou talvez, eu estivesse errado sim. E procure a coisa errada no lugar certo.
* Nada do que eu digo tem fundamento. E eu adoro isso.
* Só que ao invés de tentar subir a montanha denovo, tu começa a olhar as coisas de outra perspectiva. Afinal, quem disse que tu tem que subir essa montanha? Quem foi que estipulou que já que essa foi a escolha inicial, ela tem que ser única e definitiva? Você mesmo. E quando tu olha as coisas de outro modo, tu ve que não era o caminho que estava errado, era você que não sabia como caminhar. Mas não ache que só por chegar a essa conclusão você tem todas as respostas. Agora são as perguntas que mudaram.
* É ai que eu me encontro, eu deixei de ser espectador, pra tentar ser protagonista. Ninguém pode viver a minha vida por mim. E, mesmo se pudesse, eu nunca deixaria.
* Eu até gosto, de tropeçar, errar, me levantar. E ver, que eu não estava errado, talvez eu só estava procurando a coisa certa no lugar errado. Ou talvez, eu estivesse errado sim. E procure a coisa errada no lugar certo.
* Nada do que eu digo tem fundamento. E eu adoro isso.
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