* Nem sempre parte do mesmo ponto. Mas há um ponto em comum em todo começo. Pode ser que tu não perceba chegar, ou pode ser que tu veja ele crescendo gradativamente sem poder fazer nada pra mudar. Ou ainda, pode ser que você negue a sua existência, mas no fundo, tu sabe que ele está lá.
* Depois que comprovada a sua veracidade em ti, ele começa a te causar os sintomas que ao teu ver, tu nunca sentiria. A saudade de quem tu viu a 5 minutos atrás. As lembranças de um momento que a vista de todos, não foi nada, mas pra você, foi tudo. As noites em claro por motivos que em outras ocasiões seriam banais. Os sorrisos incontrolaveis pelos flashs de memória que te marcaram de um modo que ninguém entende. A alegria fulminante e repentina que invade teu peito quando tu ouve um nome, reconhece uma face e/ou sente um cheiro.
* É como uma doença. Não. É uma doença, da qual, muitos não querem se curar. Porque é uma doença que todos querem se contaminar. E , por mais que às vezes ela deixe marcas incuraveis, isso não a torna menos encantadora. Por mais que exista aquele outro lado, que aquelas noites em claro não sejam felizes, e sim, cobertas de lágrimas por momentos que tu queria esquecer, dificilmente, tu vai querer estar completamente curado dessa tal doença.
* É meus caros, lhes falo do amor. Dessa doença contagiosa que todos já tivemos, ou temos, ou esperamos o momento de ter.
* E falo da saudade que tenho de não ser saudável.
Um comentário:
Tu tá sempre falando de amor.
A verdade é que você é completamente apaixonado pelo amor, rs.
hm, nem todo mundo quer se "contaminar" :~
Amor não pode ser comparado com doença; doença acaba, se cura, quando não, mata rápido ou aos poucos o doente. Amor não faz isso, e nem tem cura, e jamais se acaba.
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