E já não importa. Nenhuma das minhas palavras tem importância relevante aos fatos que me ocorrem no momento. Porque as palavras, se tornaram só palavras. Porque a minha vida se tornou um filme ao qual eu não sou protagonista, sou espectador. E eu já não faço questão de interpretar o meu papel. Ficar aqui sentado, somente observando o espectáculo acontecer, me parece mais cômodo. Não que seja empolgante. Não que me faça sentir vivo. Mas que diferença faz me sentir vivo agora?
Viver é difícil. Muito mais difícil do que todo mundo pensa. Ainda mais quando tu é um dramático por natureza. Pois até mesmo os dramáticos e românticos sem causa cansam de sofrer às vezes. Até mesmo a pessoa mais feliz do mundo, cansa de sorrir. E por aí vai. Nada igual é tão divertido.
Então, tu vai lá e toma um porcetagem absurda de álcool. Faz algumas coisas que jurava que nunca faria. E tenta achar respostas em imagens nada familiares. O que tu acha? O de sempre. Nada.
Nada por nada, eu fico aqui assistindo ao tal espetáculo de baixo orçamento, cenários ruins e atores de pouco talento. Eu continuo acompanhando esse filme de quinta que eu chamo de vida.
sábado, 31 de julho de 2010
sábado, 29 de maio de 2010
Noite
* É da noite que eu gosto. o dia é tão sem graça.
* A noite é tão intensa. O dia tão banal. A noite é aonde os grandes detalhes fazem a diferença, é aonde tu precisa olhar mais de uma vez para algo, para nota-lo de fato. No dia, tudo passa, tudo vai e você nem ao menos dá atenção.
* É a noite que se ve a Lua, tão linda, tão majestosa. Musa inspiradora de muitos amores, muitas canções. Existem ainda as estrelas, as constelações. Tudo reluz mais a noite, tudo brilha mais. O imperceptivel ganha destaque.
* Os sonhos? São em sua grande parte concebidos a noite. Seja deitado no travesseiro com o pensamento longe. Seja nas ruas dessa cidade luminosa, perdido em algum rosto desconhecido(ou não). Caminhando pelos caminhos de sempre, ou inventando algum novo caminho. Tanto faz, é a noite que se sonha. E é sonhando que se chega a algum lugar.
* É a noite, mais precisamente nas madrugadas, que eu costumo me encontrar melhor comigo mesmo. Seja naquele travesseiro antes de durmir. Seja caminhando desavisadamente por alguma rua luminosa, ou perdido em qualquer canto escuro. É a noite, sob a proteção da escuridão, admirando a grandeza da lua e no silêncio absoluto da minha própria mente, que eu me encontro.
* Me encontro, tento me reconhecer. Planejo o futuro. Penso no passado. E acabo fechando os olhos e adormecendo. As minhas discussões comigo mesmo, sempre são divergentes. Nós nunca concordamos. O eu e o eu.
* A noite é tão intensa. O dia tão banal. A noite é aonde os grandes detalhes fazem a diferença, é aonde tu precisa olhar mais de uma vez para algo, para nota-lo de fato. No dia, tudo passa, tudo vai e você nem ao menos dá atenção.
* É a noite que se ve a Lua, tão linda, tão majestosa. Musa inspiradora de muitos amores, muitas canções. Existem ainda as estrelas, as constelações. Tudo reluz mais a noite, tudo brilha mais. O imperceptivel ganha destaque.
* Os sonhos? São em sua grande parte concebidos a noite. Seja deitado no travesseiro com o pensamento longe. Seja nas ruas dessa cidade luminosa, perdido em algum rosto desconhecido(ou não). Caminhando pelos caminhos de sempre, ou inventando algum novo caminho. Tanto faz, é a noite que se sonha. E é sonhando que se chega a algum lugar.
* É a noite, mais precisamente nas madrugadas, que eu costumo me encontrar melhor comigo mesmo. Seja naquele travesseiro antes de durmir. Seja caminhando desavisadamente por alguma rua luminosa, ou perdido em qualquer canto escuro. É a noite, sob a proteção da escuridão, admirando a grandeza da lua e no silêncio absoluto da minha própria mente, que eu me encontro.
* Me encontro, tento me reconhecer. Planejo o futuro. Penso no passado. E acabo fechando os olhos e adormecendo. As minhas discussões comigo mesmo, sempre são divergentes. Nós nunca concordamos. O eu e o eu.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Destinatários errados
* Todos nós guardamos todo o amor do mundo dentro de si mesmos. Creio também, que todos esperam encontrar uma pessoa especial para entregar o tal amor. Todos nós guardamos as palavras mais belas, os abraços mais sinceros, os beijos mais intensos. Tudo isso, para dar aquela pessoa, a mais especial, a dita única. Mas há um erro ai.
* Tudo isso citado acima, é como uma carta, onde cada linha é escrita com exímia perfeição, com exímia maestria, afim de buscar a perfeição para demonstrar tudo o que se sente. Afim, de tentar encontrar a forma mais eficaz de trazer quem queremos para o nosso lado, para o nosso abraço, para ter o nosso maior amor do mundo. Bobagem. Pelo menos pra mim.
* Se tudo isso tem um destinatário certo, o tal carteiro da minha vida sempre errou com perfeição. Sempre entregou as cartas certas, as pessoas erradas. Sempre enviou meus abraços sinceros, as pessoas que não os queriam. E o meu maior amor do mundo, ficou em alguma gaveta de correspondências velha, de um coração abandonado, que não queria amor algum.
* E agora? Reescrevi tudo que eu tinha a escrever a alguém um dia, todo o amor do mundo, todos os abraços sinceros e todos os beijos intensos. Agora, não os deixei em uma caixa de correio, a qual o mesmo carteiro desorientado vai pega-la e guia-la novamente a pessoas errôneas. Agora, a enfiei dentro de uma garrafa e a lancei ao mar.
* Talvez a sorte e o acaso sejam mais precisos que um carteiro desavisado. Talvez.
* Tudo isso citado acima, é como uma carta, onde cada linha é escrita com exímia perfeição, com exímia maestria, afim de buscar a perfeição para demonstrar tudo o que se sente. Afim, de tentar encontrar a forma mais eficaz de trazer quem queremos para o nosso lado, para o nosso abraço, para ter o nosso maior amor do mundo. Bobagem. Pelo menos pra mim.
* Se tudo isso tem um destinatário certo, o tal carteiro da minha vida sempre errou com perfeição. Sempre entregou as cartas certas, as pessoas erradas. Sempre enviou meus abraços sinceros, as pessoas que não os queriam. E o meu maior amor do mundo, ficou em alguma gaveta de correspondências velha, de um coração abandonado, que não queria amor algum.
* E agora? Reescrevi tudo que eu tinha a escrever a alguém um dia, todo o amor do mundo, todos os abraços sinceros e todos os beijos intensos. Agora, não os deixei em uma caixa de correio, a qual o mesmo carteiro desorientado vai pega-la e guia-la novamente a pessoas errôneas. Agora, a enfiei dentro de uma garrafa e a lancei ao mar.
* Talvez a sorte e o acaso sejam mais precisos que um carteiro desavisado. Talvez.
quarta-feira, 17 de março de 2010
Substituição
* Chega uma hora da sua vida que você não se reconhece. E pior, isso não gera nenhum drama interno. Nessa mesma hora, você olhar superficialmente ao redor e vê que tem quase tudo que sempre quis, mas ainda assim tem alguma coisa errada. Aí, você pisca os olhos e os deixa semi-fechados para olhar detalhadamente tudo o que você tem e vê que são apenas falsos prazeres, é apenas uma aglomerado de coisas que você usou pra substituir a ausência das coisas de verdade, aquelas que você realmente queria. E isso é sua culpa? Eu acho que não.
* Às vezes a vida te fecha tantas portas, te tira tanto dos seus planos, caminhos e sonhos que você planejou, que você simplesmente se adequa ao que ela te dá, e ponto. É a substituição, você aceita o que tem, por não ter o que quer. Mas isso está fadado ao fracasso iminente. Absolutamente nada é substituível e a gente percebe isso da pior forma possível. Percebe quando substitui, quando se empolga e depois se frustra, quando se procura alegria aonde não tem, quando se procura razão pra continuar fazendo aquilo, não querendo fazer.
* E o que tu faz? Joga tudo fora de novo e fica na eterna busca pelo que tu sempre quis? Ou tu se adequa ao que tem e tenta feliz assim?
* Se você esperava essa resposta de mim, digo a todos que eu não sei. Me desculpem.
* Às vezes a vida te fecha tantas portas, te tira tanto dos seus planos, caminhos e sonhos que você planejou, que você simplesmente se adequa ao que ela te dá, e ponto. É a substituição, você aceita o que tem, por não ter o que quer. Mas isso está fadado ao fracasso iminente. Absolutamente nada é substituível e a gente percebe isso da pior forma possível. Percebe quando substitui, quando se empolga e depois se frustra, quando se procura alegria aonde não tem, quando se procura razão pra continuar fazendo aquilo, não querendo fazer.
* E o que tu faz? Joga tudo fora de novo e fica na eterna busca pelo que tu sempre quis? Ou tu se adequa ao que tem e tenta feliz assim?
* Se você esperava essa resposta de mim, digo a todos que eu não sei. Me desculpem.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
O romance não existe.
* Quando nos foi apresentado o amor, em sua forma mais pura e inocente, não nos avisaram que tal forma NÃO EXISTE. Há quem conteste, há quem duvide da minha opinião, mas falo da posição de quem já experenciou alguns fatos, para ter o direito de dizer que de fato não existe. Não do jeito que nós pensavamos.
* Chegamos a um ponto de existência em que a conquista de um 'amor', não se faz mais de "eu te amo's" e atos ditos ROMANTICOS. Chegamos a um ponto, aonde se preocupar em fazer alguém se sentir especial afim de tentar ter o amor dessa pessoas para si, é inútil. Aonde romantismo é secundário e outras coisas como status e 'popularidade' se apoderaram das posições importantes do dito 'amor'.
* Venho de um lugar onde os romanticos nasceram romanticos e planejaram morrer assim. Onde a melhor coisa do mundo era arrancar um sorriso de encanto, apreciar os olhos brilhando e aquela felicidade incontrolavel de quem tu ama. Onde surpreender já nem era tanta surpresa, pois se tornava quase que rotineira a vontade de praticar atos marcantes daqueles que causassem a reação citada acima. Era só isso que bastava para causa felicidade em um ser da minha 'raça'.
* Foi ai que me tiraram do meu lugar e me jogaram no mundo real. Aqui, atos romanticos são despresiveis, pessoas apaixonadas descartaveis e seres ingênuos - como eu - não são perdoados. Aqui reina a racionalidade, a frieza e o egoísmo. E aqui, eu aprendi a me esconder.
* Eu tentei viver como eu vivia no meu mundo, tentei buscar a alegria das pessoas que eu quis bem nesse meio tempo, tentei surpreender, encantar, fazer feliz. Não consegui. E depois de incessantes tentativas, resolvi parar de tentar.
* Agora estou aqui, sentado, escondido e procurando algum meio de voltar ao meu lugar. Se é que ele existiu um dia.
* Chegamos a um ponto de existência em que a conquista de um 'amor', não se faz mais de "eu te amo's" e atos ditos ROMANTICOS. Chegamos a um ponto, aonde se preocupar em fazer alguém se sentir especial afim de tentar ter o amor dessa pessoas para si, é inútil. Aonde romantismo é secundário e outras coisas como status e 'popularidade' se apoderaram das posições importantes do dito 'amor'.
* Venho de um lugar onde os romanticos nasceram romanticos e planejaram morrer assim. Onde a melhor coisa do mundo era arrancar um sorriso de encanto, apreciar os olhos brilhando e aquela felicidade incontrolavel de quem tu ama. Onde surpreender já nem era tanta surpresa, pois se tornava quase que rotineira a vontade de praticar atos marcantes daqueles que causassem a reação citada acima. Era só isso que bastava para causa felicidade em um ser da minha 'raça'.
* Foi ai que me tiraram do meu lugar e me jogaram no mundo real. Aqui, atos romanticos são despresiveis, pessoas apaixonadas descartaveis e seres ingênuos - como eu - não são perdoados. Aqui reina a racionalidade, a frieza e o egoísmo. E aqui, eu aprendi a me esconder.
* Eu tentei viver como eu vivia no meu mundo, tentei buscar a alegria das pessoas que eu quis bem nesse meio tempo, tentei surpreender, encantar, fazer feliz. Não consegui. E depois de incessantes tentativas, resolvi parar de tentar.
* Agora estou aqui, sentado, escondido e procurando algum meio de voltar ao meu lugar. Se é que ele existiu um dia.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Eterna espera
* A gente passa a vida toda esperando. Ou pelo menos eu passo o meu tempo todo esperando. Espero que o tempo não passe, ou passe rápido demais. Espero que as pessoas mudem, que o que eu quero aconteça e o que eu não quero, não aconteça. Espero pessoas que eu nem imagino aonde estejam.
* Aí que mora o erro, todos nós já ouvimos o tal ditado do 'tá esperando o que? Cair do céu?', é mais ou menos isso. Eu sento e espero cair do céu, alias, é exatamente isso no meu caso. Mas espero, porque já vi que tentar alçar voô a distâncias inimaginaveis e pegar seus objetivos com as próprias mãos, é mais dificil e doloroso do que parece. Então, pelas vezes que eu tentei voar e não sai do chão, ou pelas vezes que eu cheguei próximo demais do sol e as minhas asas entraram em chamas, eu fico aqui, no chão, olhando pra cima e esperando cair do céu.
* Quem me olha de longe, acha estranho. Quem ve de perto, mais estranho ainda. Sou como uma criança, daquelas que sentam em silêncio e ficam olhando para cima como se fosse acontecer algo, mas nunca acontece. Sou uma criança que parece ter vivido mais do que deveria. Uma criança que espera, mas não tem expectativas, tem vontades, mas não tem sonhos.
* Então eu fico aqui, esperando e esperando. Rezando para que alguém não tome de mim o que eu julgo ser meu por direito, que ninguém voe mais alto do que eu voei e que o tempo me de chance de ter coragem de voar de novo.
* Espero sonhos que não existem mais, palavras que não ouvir, pessoas que não vão chegar. Espero um dia parar de esperar. A tal espera não há de ser eterna. Não pode ser.
* Aí que mora o erro, todos nós já ouvimos o tal ditado do 'tá esperando o que? Cair do céu?', é mais ou menos isso. Eu sento e espero cair do céu, alias, é exatamente isso no meu caso. Mas espero, porque já vi que tentar alçar voô a distâncias inimaginaveis e pegar seus objetivos com as próprias mãos, é mais dificil e doloroso do que parece. Então, pelas vezes que eu tentei voar e não sai do chão, ou pelas vezes que eu cheguei próximo demais do sol e as minhas asas entraram em chamas, eu fico aqui, no chão, olhando pra cima e esperando cair do céu.
* Quem me olha de longe, acha estranho. Quem ve de perto, mais estranho ainda. Sou como uma criança, daquelas que sentam em silêncio e ficam olhando para cima como se fosse acontecer algo, mas nunca acontece. Sou uma criança que parece ter vivido mais do que deveria. Uma criança que espera, mas não tem expectativas, tem vontades, mas não tem sonhos.
* Então eu fico aqui, esperando e esperando. Rezando para que alguém não tome de mim o que eu julgo ser meu por direito, que ninguém voe mais alto do que eu voei e que o tempo me de chance de ter coragem de voar de novo.
* Espero sonhos que não existem mais, palavras que não ouvir, pessoas que não vão chegar. Espero um dia parar de esperar. A tal espera não há de ser eterna. Não pode ser.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Evolução
* É sobre ostentar. Eu quero deixar claro isso logo na primeira linha.
* É sobre a mania de auto suficiencia que muito de nós temos, de manter a aparência de algo que não é verdade. Sobre forçar sorrisos, forjar euforia, mentir sentimentos. É sobre não ser um humano de verdade. É tudo que a gente faz pra não ser sincero.
* É aquela mania idiota de deixar o nosso orgulho suplantar todas as outras formas de sentimentos que cabem em nós. É deixar de sentir, pra omitir, pra enganar. Ou seja, pra ostentar. E só me diz por que?
* Me pergunto a cada vez que deparo com tamanha ridicularidade, o porquê disso tudo. Porque não enchemos o peito de sinceridade, porque não olhamos nos olhos e vamos enfim dizer tudo o que sentimos de fato? Por que não assumir a saudade? Por que não manifestar a vontade? Por que esconder o 'eu te amo' que a gente insiste em sufocar? Por que?
* Em qual parte da teoria da evolução nós nos tornamos robôs? Para mim a evolução se limitava a espécimes vivos, com todos os sentidos e emoções dos seus antecessores, e a cada ciclo, uma nova caracteristica que ajudasse em sua sobrevivência. Em nenhum livro eu li, que viriamos a ser mecânicos um dia.
* Neardentais sentiam e expressavam mais que a gente. Cadê a evolução? Cadê o orgulho disso tudo? Onde está a famosa ostentação?
* Eu prefiro sentir. Sentir e expressar. Sentir e ser ouvido. Sentir e ser sentido.
* É sobre a mania de auto suficiencia que muito de nós temos, de manter a aparência de algo que não é verdade. Sobre forçar sorrisos, forjar euforia, mentir sentimentos. É sobre não ser um humano de verdade. É tudo que a gente faz pra não ser sincero.
* É aquela mania idiota de deixar o nosso orgulho suplantar todas as outras formas de sentimentos que cabem em nós. É deixar de sentir, pra omitir, pra enganar. Ou seja, pra ostentar. E só me diz por que?
* Me pergunto a cada vez que deparo com tamanha ridicularidade, o porquê disso tudo. Porque não enchemos o peito de sinceridade, porque não olhamos nos olhos e vamos enfim dizer tudo o que sentimos de fato? Por que não assumir a saudade? Por que não manifestar a vontade? Por que esconder o 'eu te amo' que a gente insiste em sufocar? Por que?
* Em qual parte da teoria da evolução nós nos tornamos robôs? Para mim a evolução se limitava a espécimes vivos, com todos os sentidos e emoções dos seus antecessores, e a cada ciclo, uma nova caracteristica que ajudasse em sua sobrevivência. Em nenhum livro eu li, que viriamos a ser mecânicos um dia.
* Neardentais sentiam e expressavam mais que a gente. Cadê a evolução? Cadê o orgulho disso tudo? Onde está a famosa ostentação?
* Eu prefiro sentir. Sentir e expressar. Sentir e ser ouvido. Sentir e ser sentido.
Assinar:
Postagens (Atom)