* Quando nos foi apresentado o amor, em sua forma mais pura e inocente, não nos avisaram que tal forma NÃO EXISTE. Há quem conteste, há quem duvide da minha opinião, mas falo da posição de quem já experenciou alguns fatos, para ter o direito de dizer que de fato não existe. Não do jeito que nós pensavamos.
* Chegamos a um ponto de existência em que a conquista de um 'amor', não se faz mais de "eu te amo's" e atos ditos ROMANTICOS. Chegamos a um ponto, aonde se preocupar em fazer alguém se sentir especial afim de tentar ter o amor dessa pessoas para si, é inútil. Aonde romantismo é secundário e outras coisas como status e 'popularidade' se apoderaram das posições importantes do dito 'amor'.
* Venho de um lugar onde os romanticos nasceram romanticos e planejaram morrer assim. Onde a melhor coisa do mundo era arrancar um sorriso de encanto, apreciar os olhos brilhando e aquela felicidade incontrolavel de quem tu ama. Onde surpreender já nem era tanta surpresa, pois se tornava quase que rotineira a vontade de praticar atos marcantes daqueles que causassem a reação citada acima. Era só isso que bastava para causa felicidade em um ser da minha 'raça'.
* Foi ai que me tiraram do meu lugar e me jogaram no mundo real. Aqui, atos romanticos são despresiveis, pessoas apaixonadas descartaveis e seres ingênuos - como eu - não são perdoados. Aqui reina a racionalidade, a frieza e o egoísmo. E aqui, eu aprendi a me esconder.
* Eu tentei viver como eu vivia no meu mundo, tentei buscar a alegria das pessoas que eu quis bem nesse meio tempo, tentei surpreender, encantar, fazer feliz. Não consegui. E depois de incessantes tentativas, resolvi parar de tentar.
* Agora estou aqui, sentado, escondido e procurando algum meio de voltar ao meu lugar. Se é que ele existiu um dia.
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Eterna espera
* A gente passa a vida toda esperando. Ou pelo menos eu passo o meu tempo todo esperando. Espero que o tempo não passe, ou passe rápido demais. Espero que as pessoas mudem, que o que eu quero aconteça e o que eu não quero, não aconteça. Espero pessoas que eu nem imagino aonde estejam.
* Aí que mora o erro, todos nós já ouvimos o tal ditado do 'tá esperando o que? Cair do céu?', é mais ou menos isso. Eu sento e espero cair do céu, alias, é exatamente isso no meu caso. Mas espero, porque já vi que tentar alçar voô a distâncias inimaginaveis e pegar seus objetivos com as próprias mãos, é mais dificil e doloroso do que parece. Então, pelas vezes que eu tentei voar e não sai do chão, ou pelas vezes que eu cheguei próximo demais do sol e as minhas asas entraram em chamas, eu fico aqui, no chão, olhando pra cima e esperando cair do céu.
* Quem me olha de longe, acha estranho. Quem ve de perto, mais estranho ainda. Sou como uma criança, daquelas que sentam em silêncio e ficam olhando para cima como se fosse acontecer algo, mas nunca acontece. Sou uma criança que parece ter vivido mais do que deveria. Uma criança que espera, mas não tem expectativas, tem vontades, mas não tem sonhos.
* Então eu fico aqui, esperando e esperando. Rezando para que alguém não tome de mim o que eu julgo ser meu por direito, que ninguém voe mais alto do que eu voei e que o tempo me de chance de ter coragem de voar de novo.
* Espero sonhos que não existem mais, palavras que não ouvir, pessoas que não vão chegar. Espero um dia parar de esperar. A tal espera não há de ser eterna. Não pode ser.
* Aí que mora o erro, todos nós já ouvimos o tal ditado do 'tá esperando o que? Cair do céu?', é mais ou menos isso. Eu sento e espero cair do céu, alias, é exatamente isso no meu caso. Mas espero, porque já vi que tentar alçar voô a distâncias inimaginaveis e pegar seus objetivos com as próprias mãos, é mais dificil e doloroso do que parece. Então, pelas vezes que eu tentei voar e não sai do chão, ou pelas vezes que eu cheguei próximo demais do sol e as minhas asas entraram em chamas, eu fico aqui, no chão, olhando pra cima e esperando cair do céu.
* Quem me olha de longe, acha estranho. Quem ve de perto, mais estranho ainda. Sou como uma criança, daquelas que sentam em silêncio e ficam olhando para cima como se fosse acontecer algo, mas nunca acontece. Sou uma criança que parece ter vivido mais do que deveria. Uma criança que espera, mas não tem expectativas, tem vontades, mas não tem sonhos.
* Então eu fico aqui, esperando e esperando. Rezando para que alguém não tome de mim o que eu julgo ser meu por direito, que ninguém voe mais alto do que eu voei e que o tempo me de chance de ter coragem de voar de novo.
* Espero sonhos que não existem mais, palavras que não ouvir, pessoas que não vão chegar. Espero um dia parar de esperar. A tal espera não há de ser eterna. Não pode ser.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Evolução
* É sobre ostentar. Eu quero deixar claro isso logo na primeira linha.
* É sobre a mania de auto suficiencia que muito de nós temos, de manter a aparência de algo que não é verdade. Sobre forçar sorrisos, forjar euforia, mentir sentimentos. É sobre não ser um humano de verdade. É tudo que a gente faz pra não ser sincero.
* É aquela mania idiota de deixar o nosso orgulho suplantar todas as outras formas de sentimentos que cabem em nós. É deixar de sentir, pra omitir, pra enganar. Ou seja, pra ostentar. E só me diz por que?
* Me pergunto a cada vez que deparo com tamanha ridicularidade, o porquê disso tudo. Porque não enchemos o peito de sinceridade, porque não olhamos nos olhos e vamos enfim dizer tudo o que sentimos de fato? Por que não assumir a saudade? Por que não manifestar a vontade? Por que esconder o 'eu te amo' que a gente insiste em sufocar? Por que?
* Em qual parte da teoria da evolução nós nos tornamos robôs? Para mim a evolução se limitava a espécimes vivos, com todos os sentidos e emoções dos seus antecessores, e a cada ciclo, uma nova caracteristica que ajudasse em sua sobrevivência. Em nenhum livro eu li, que viriamos a ser mecânicos um dia.
* Neardentais sentiam e expressavam mais que a gente. Cadê a evolução? Cadê o orgulho disso tudo? Onde está a famosa ostentação?
* Eu prefiro sentir. Sentir e expressar. Sentir e ser ouvido. Sentir e ser sentido.
* É sobre a mania de auto suficiencia que muito de nós temos, de manter a aparência de algo que não é verdade. Sobre forçar sorrisos, forjar euforia, mentir sentimentos. É sobre não ser um humano de verdade. É tudo que a gente faz pra não ser sincero.
* É aquela mania idiota de deixar o nosso orgulho suplantar todas as outras formas de sentimentos que cabem em nós. É deixar de sentir, pra omitir, pra enganar. Ou seja, pra ostentar. E só me diz por que?
* Me pergunto a cada vez que deparo com tamanha ridicularidade, o porquê disso tudo. Porque não enchemos o peito de sinceridade, porque não olhamos nos olhos e vamos enfim dizer tudo o que sentimos de fato? Por que não assumir a saudade? Por que não manifestar a vontade? Por que esconder o 'eu te amo' que a gente insiste em sufocar? Por que?
* Em qual parte da teoria da evolução nós nos tornamos robôs? Para mim a evolução se limitava a espécimes vivos, com todos os sentidos e emoções dos seus antecessores, e a cada ciclo, uma nova caracteristica que ajudasse em sua sobrevivência. Em nenhum livro eu li, que viriamos a ser mecânicos um dia.
* Neardentais sentiam e expressavam mais que a gente. Cadê a evolução? Cadê o orgulho disso tudo? Onde está a famosa ostentação?
* Eu prefiro sentir. Sentir e expressar. Sentir e ser ouvido. Sentir e ser sentido.
sábado, 30 de janeiro de 2010
(Pré) Suposição
* Acho que é comum de todos os seres humanos verem cada pessoa de uma forma diferente, senão, pra mim é. É quase como se você rotulasse cada pessoa com uma faixa na testa onde pode estar descrita: "amigo", "irmão" , "falso", "amor da vida" e etc. E pensando e pensando eu cheguei a conclusão do quão isso é ridiculo.
* Como uma grande guria sabia citou uma vez, cometemos um 'suicidio diário'. O que quer dizer, que hoje, não somos o que fomos ontem, e nem o que seremos amanha. É simples assim. Então, porque essa mania tão hipocrita de rotular as pessoas com adjetivos que convém somente a ti? Da mesma forma que a gente muda diariamente, os nossos sentimentos mudam, talvez não diariamente, mas mudam. Tudo muda. É como aquela pessoa que você tinha pregado na testa "amigo" e quando tu menos esperou, te apunhalou pelas costas. Tenho certeza que você trocou o rotulo dela, não?
* Poucos são os meus rótulos permanentes, salvo uma ou duas exceções. A grande maioria deles não passa de uma (pré) suposição do que eu acho que alguém é. Ou uma ilusão que eu tenha criado devido a atitudes. Sei lá, são coisas tão váriaveis. Com os sentimentos, realmente é mais complexo, muito mais. Você não rotula alguém como "o amor da sua vida" hoje, e amanha muda de idéia. É quase certo que essa pessoa realmente não vai ser o amor da sua vida, mas é o que você pensa, talvez por sentir naquele momento, algo parecido com o que você pensa que é o tal do amor. Enfim, não hoje, não amanha, mas vai mudar, e no fundo, todos sabemos disso. Então por quê? Porquê a gente tem essa mania absurda de querer rótular e controlar as coisas? A resposta está contida na pergunta. Controle.
* É pela simples e frágil ilusão de que você torna as coisas 'controláveis', ou no meu caso, totalmente fora de controle. Mas a maioria das pessoas acha 'cômodo' o fato de rotular um ser como algo, e seguir aquilo, invariavelmente. Ou até que outro ser, mostre que aquele rótulo estava errado, e roube o rótulo pra si. Mas é um círculo fatalmente vicioso.
* O que deveriamos fazer é viver a vida e cada instante que ela possa nos propiciar. Alguns rótulo só servem para nos impedir de ver o que realmente é real, o que realmente é uma oportunidade, e o que cada pessoa pode mostrar de si mesma.
* Não acredite que você sempre sabe tudo sobre uma pessoa, ou que vai sempre saber. Menos ainda que saiba sobre todos os seus sentimentos, ou sobre o que você sempre vai sentir. Não acredite que você sabe completamente quem é você mesmo. Porque você não sabe de NADA disso.
* Como uma grande guria sabia citou uma vez, cometemos um 'suicidio diário'. O que quer dizer, que hoje, não somos o que fomos ontem, e nem o que seremos amanha. É simples assim. Então, porque essa mania tão hipocrita de rotular as pessoas com adjetivos que convém somente a ti? Da mesma forma que a gente muda diariamente, os nossos sentimentos mudam, talvez não diariamente, mas mudam. Tudo muda. É como aquela pessoa que você tinha pregado na testa "amigo" e quando tu menos esperou, te apunhalou pelas costas. Tenho certeza que você trocou o rotulo dela, não?
* Poucos são os meus rótulos permanentes, salvo uma ou duas exceções. A grande maioria deles não passa de uma (pré) suposição do que eu acho que alguém é. Ou uma ilusão que eu tenha criado devido a atitudes. Sei lá, são coisas tão váriaveis. Com os sentimentos, realmente é mais complexo, muito mais. Você não rotula alguém como "o amor da sua vida" hoje, e amanha muda de idéia. É quase certo que essa pessoa realmente não vai ser o amor da sua vida, mas é o que você pensa, talvez por sentir naquele momento, algo parecido com o que você pensa que é o tal do amor. Enfim, não hoje, não amanha, mas vai mudar, e no fundo, todos sabemos disso. Então por quê? Porquê a gente tem essa mania absurda de querer rótular e controlar as coisas? A resposta está contida na pergunta. Controle.
* É pela simples e frágil ilusão de que você torna as coisas 'controláveis', ou no meu caso, totalmente fora de controle. Mas a maioria das pessoas acha 'cômodo' o fato de rotular um ser como algo, e seguir aquilo, invariavelmente. Ou até que outro ser, mostre que aquele rótulo estava errado, e roube o rótulo pra si. Mas é um círculo fatalmente vicioso.
* O que deveriamos fazer é viver a vida e cada instante que ela possa nos propiciar. Alguns rótulo só servem para nos impedir de ver o que realmente é real, o que realmente é uma oportunidade, e o que cada pessoa pode mostrar de si mesma.
* Não acredite que você sempre sabe tudo sobre uma pessoa, ou que vai sempre saber. Menos ainda que saiba sobre todos os seus sentimentos, ou sobre o que você sempre vai sentir. Não acredite que você sabe completamente quem é você mesmo. Porque você não sabe de NADA disso.
domingo, 27 de dezembro de 2009
Sou eu
* É um misto de ódio e amor, de repulsa e atração, de sim ou não. Sou apenas eu, esse misto todo, essa dúvida constante. É querer sentir, mesmo que sinta dor. Apenas sentir. Sentir-se vivo. Mostrar-se vivo. Buscar viver. Buscar sofrer. Buscar amar.
* É a eterna procura. Aquela procura pela intensidade. Procura pelo que me causa arrepios, por quando me faltam palavras, por quando não tenho o controle. Por quando a vida manda em mim, e não, quando eu mando na vida.
* É querer lutar, mas querer começar essa luta em desvantagem. Querer começar atrás, só para se superar e ter o maravilhoso gosto da vitória quando ela realmente chegar. É gostar de colecionar feridas, de contar as cicatrizes existentes, e, de buscar tantas outras que ainda estão por vir.
* É pulsar, ser denso. Ter tanto a mostrar, e, tão pouco a falar. É exalar aquela vontade absurda de se fazer notável, mas não para o mundo. Não ao mundo de todos. Não aos heróis famosos e as musas comuns. Ser notável para o meu mundo, para os meus heróis e para as minhas musas.
* É um resumo. Um resumo de uma história enorme. É uma eterna luta. Sou apenas eu.
* É a eterna procura. Aquela procura pela intensidade. Procura pelo que me causa arrepios, por quando me faltam palavras, por quando não tenho o controle. Por quando a vida manda em mim, e não, quando eu mando na vida.
* É querer lutar, mas querer começar essa luta em desvantagem. Querer começar atrás, só para se superar e ter o maravilhoso gosto da vitória quando ela realmente chegar. É gostar de colecionar feridas, de contar as cicatrizes existentes, e, de buscar tantas outras que ainda estão por vir.
* É pulsar, ser denso. Ter tanto a mostrar, e, tão pouco a falar. É exalar aquela vontade absurda de se fazer notável, mas não para o mundo. Não ao mundo de todos. Não aos heróis famosos e as musas comuns. Ser notável para o meu mundo, para os meus heróis e para as minhas musas.
* É um resumo. Um resumo de uma história enorme. É uma eterna luta. Sou apenas eu.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Acho que ainda sei falar de amor...
* Nem sempre parte do mesmo ponto. Mas há um ponto em comum em todo começo. Pode ser que tu não perceba chegar, ou pode ser que tu veja ele crescendo gradativamente sem poder fazer nada pra mudar. Ou ainda, pode ser que você negue a sua existência, mas no fundo, tu sabe que ele está lá.
* Depois que comprovada a sua veracidade em ti, ele começa a te causar os sintomas que ao teu ver, tu nunca sentiria. A saudade de quem tu viu a 5 minutos atrás. As lembranças de um momento que a vista de todos, não foi nada, mas pra você, foi tudo. As noites em claro por motivos que em outras ocasiões seriam banais. Os sorrisos incontrolaveis pelos flashs de memória que te marcaram de um modo que ninguém entende. A alegria fulminante e repentina que invade teu peito quando tu ouve um nome, reconhece uma face e/ou sente um cheiro.
* É como uma doença. Não. É uma doença, da qual, muitos não querem se curar. Porque é uma doença que todos querem se contaminar. E , por mais que às vezes ela deixe marcas incuraveis, isso não a torna menos encantadora. Por mais que exista aquele outro lado, que aquelas noites em claro não sejam felizes, e sim, cobertas de lágrimas por momentos que tu queria esquecer, dificilmente, tu vai querer estar completamente curado dessa tal doença.
* É meus caros, lhes falo do amor. Dessa doença contagiosa que todos já tivemos, ou temos, ou esperamos o momento de ter.
* E falo da saudade que tenho de não ser saudável.
* Depois que comprovada a sua veracidade em ti, ele começa a te causar os sintomas que ao teu ver, tu nunca sentiria. A saudade de quem tu viu a 5 minutos atrás. As lembranças de um momento que a vista de todos, não foi nada, mas pra você, foi tudo. As noites em claro por motivos que em outras ocasiões seriam banais. Os sorrisos incontrolaveis pelos flashs de memória que te marcaram de um modo que ninguém entende. A alegria fulminante e repentina que invade teu peito quando tu ouve um nome, reconhece uma face e/ou sente um cheiro.
* É como uma doença. Não. É uma doença, da qual, muitos não querem se curar. Porque é uma doença que todos querem se contaminar. E , por mais que às vezes ela deixe marcas incuraveis, isso não a torna menos encantadora. Por mais que exista aquele outro lado, que aquelas noites em claro não sejam felizes, e sim, cobertas de lágrimas por momentos que tu queria esquecer, dificilmente, tu vai querer estar completamente curado dessa tal doença.
* É meus caros, lhes falo do amor. Dessa doença contagiosa que todos já tivemos, ou temos, ou esperamos o momento de ter.
* E falo da saudade que tenho de não ser saudável.
domingo, 1 de novembro de 2009
Não tente me entender...
* Tu passa dias, horas, minutos e algumas noites mal durmidas pra tomar certas decisões na vida. Ai, quando tudo parece resolvido, alguém te coloca mais uma pedra no caminho, tu tropeça, rola o caminho todo até o ínicio de tudo. Bem ali, aonde todos os fantasmas ainda te assombram e onde tu tem certeza que não fez o caminho tão certo assim como pensava.
* Só que ao invés de tentar subir a montanha denovo, tu começa a olhar as coisas de outra perspectiva. Afinal, quem disse que tu tem que subir essa montanha? Quem foi que estipulou que já que essa foi a escolha inicial, ela tem que ser única e definitiva? Você mesmo. E quando tu olha as coisas de outro modo, tu ve que não era o caminho que estava errado, era você que não sabia como caminhar. Mas não ache que só por chegar a essa conclusão você tem todas as respostas. Agora são as perguntas que mudaram.
* É ai que eu me encontro, eu deixei de ser espectador, pra tentar ser protagonista. Ninguém pode viver a minha vida por mim. E, mesmo se pudesse, eu nunca deixaria.
* Eu até gosto, de tropeçar, errar, me levantar. E ver, que eu não estava errado, talvez eu só estava procurando a coisa certa no lugar errado. Ou talvez, eu estivesse errado sim. E procure a coisa errada no lugar certo.
* Nada do que eu digo tem fundamento. E eu adoro isso.
* Só que ao invés de tentar subir a montanha denovo, tu começa a olhar as coisas de outra perspectiva. Afinal, quem disse que tu tem que subir essa montanha? Quem foi que estipulou que já que essa foi a escolha inicial, ela tem que ser única e definitiva? Você mesmo. E quando tu olha as coisas de outro modo, tu ve que não era o caminho que estava errado, era você que não sabia como caminhar. Mas não ache que só por chegar a essa conclusão você tem todas as respostas. Agora são as perguntas que mudaram.
* É ai que eu me encontro, eu deixei de ser espectador, pra tentar ser protagonista. Ninguém pode viver a minha vida por mim. E, mesmo se pudesse, eu nunca deixaria.
* Eu até gosto, de tropeçar, errar, me levantar. E ver, que eu não estava errado, talvez eu só estava procurando a coisa certa no lugar errado. Ou talvez, eu estivesse errado sim. E procure a coisa errada no lugar certo.
* Nada do que eu digo tem fundamento. E eu adoro isso.
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