* Acho que é comum de todos os seres humanos verem cada pessoa de uma forma diferente, senão, pra mim é. É quase como se você rotulasse cada pessoa com uma faixa na testa onde pode estar descrita: "amigo", "irmão" , "falso", "amor da vida" e etc. E pensando e pensando eu cheguei a conclusão do quão isso é ridiculo.
* Como uma grande guria sabia citou uma vez, cometemos um 'suicidio diário'. O que quer dizer, que hoje, não somos o que fomos ontem, e nem o que seremos amanha. É simples assim. Então, porque essa mania tão hipocrita de rotular as pessoas com adjetivos que convém somente a ti? Da mesma forma que a gente muda diariamente, os nossos sentimentos mudam, talvez não diariamente, mas mudam. Tudo muda. É como aquela pessoa que você tinha pregado na testa "amigo" e quando tu menos esperou, te apunhalou pelas costas. Tenho certeza que você trocou o rotulo dela, não?
* Poucos são os meus rótulos permanentes, salvo uma ou duas exceções. A grande maioria deles não passa de uma (pré) suposição do que eu acho que alguém é. Ou uma ilusão que eu tenha criado devido a atitudes. Sei lá, são coisas tão váriaveis. Com os sentimentos, realmente é mais complexo, muito mais. Você não rotula alguém como "o amor da sua vida" hoje, e amanha muda de idéia. É quase certo que essa pessoa realmente não vai ser o amor da sua vida, mas é o que você pensa, talvez por sentir naquele momento, algo parecido com o que você pensa que é o tal do amor. Enfim, não hoje, não amanha, mas vai mudar, e no fundo, todos sabemos disso. Então por quê? Porquê a gente tem essa mania absurda de querer rótular e controlar as coisas? A resposta está contida na pergunta. Controle.
* É pela simples e frágil ilusão de que você torna as coisas 'controláveis', ou no meu caso, totalmente fora de controle. Mas a maioria das pessoas acha 'cômodo' o fato de rotular um ser como algo, e seguir aquilo, invariavelmente. Ou até que outro ser, mostre que aquele rótulo estava errado, e roube o rótulo pra si. Mas é um círculo fatalmente vicioso.
* O que deveriamos fazer é viver a vida e cada instante que ela possa nos propiciar. Alguns rótulo só servem para nos impedir de ver o que realmente é real, o que realmente é uma oportunidade, e o que cada pessoa pode mostrar de si mesma.
* Não acredite que você sempre sabe tudo sobre uma pessoa, ou que vai sempre saber. Menos ainda que saiba sobre todos os seus sentimentos, ou sobre o que você sempre vai sentir. Não acredite que você sabe completamente quem é você mesmo. Porque você não sabe de NADA disso.
sábado, 30 de janeiro de 2010
domingo, 27 de dezembro de 2009
Sou eu
* É um misto de ódio e amor, de repulsa e atração, de sim ou não. Sou apenas eu, esse misto todo, essa dúvida constante. É querer sentir, mesmo que sinta dor. Apenas sentir. Sentir-se vivo. Mostrar-se vivo. Buscar viver. Buscar sofrer. Buscar amar.
* É a eterna procura. Aquela procura pela intensidade. Procura pelo que me causa arrepios, por quando me faltam palavras, por quando não tenho o controle. Por quando a vida manda em mim, e não, quando eu mando na vida.
* É querer lutar, mas querer começar essa luta em desvantagem. Querer começar atrás, só para se superar e ter o maravilhoso gosto da vitória quando ela realmente chegar. É gostar de colecionar feridas, de contar as cicatrizes existentes, e, de buscar tantas outras que ainda estão por vir.
* É pulsar, ser denso. Ter tanto a mostrar, e, tão pouco a falar. É exalar aquela vontade absurda de se fazer notável, mas não para o mundo. Não ao mundo de todos. Não aos heróis famosos e as musas comuns. Ser notável para o meu mundo, para os meus heróis e para as minhas musas.
* É um resumo. Um resumo de uma história enorme. É uma eterna luta. Sou apenas eu.
* É a eterna procura. Aquela procura pela intensidade. Procura pelo que me causa arrepios, por quando me faltam palavras, por quando não tenho o controle. Por quando a vida manda em mim, e não, quando eu mando na vida.
* É querer lutar, mas querer começar essa luta em desvantagem. Querer começar atrás, só para se superar e ter o maravilhoso gosto da vitória quando ela realmente chegar. É gostar de colecionar feridas, de contar as cicatrizes existentes, e, de buscar tantas outras que ainda estão por vir.
* É pulsar, ser denso. Ter tanto a mostrar, e, tão pouco a falar. É exalar aquela vontade absurda de se fazer notável, mas não para o mundo. Não ao mundo de todos. Não aos heróis famosos e as musas comuns. Ser notável para o meu mundo, para os meus heróis e para as minhas musas.
* É um resumo. Um resumo de uma história enorme. É uma eterna luta. Sou apenas eu.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Acho que ainda sei falar de amor...
* Nem sempre parte do mesmo ponto. Mas há um ponto em comum em todo começo. Pode ser que tu não perceba chegar, ou pode ser que tu veja ele crescendo gradativamente sem poder fazer nada pra mudar. Ou ainda, pode ser que você negue a sua existência, mas no fundo, tu sabe que ele está lá.
* Depois que comprovada a sua veracidade em ti, ele começa a te causar os sintomas que ao teu ver, tu nunca sentiria. A saudade de quem tu viu a 5 minutos atrás. As lembranças de um momento que a vista de todos, não foi nada, mas pra você, foi tudo. As noites em claro por motivos que em outras ocasiões seriam banais. Os sorrisos incontrolaveis pelos flashs de memória que te marcaram de um modo que ninguém entende. A alegria fulminante e repentina que invade teu peito quando tu ouve um nome, reconhece uma face e/ou sente um cheiro.
* É como uma doença. Não. É uma doença, da qual, muitos não querem se curar. Porque é uma doença que todos querem se contaminar. E , por mais que às vezes ela deixe marcas incuraveis, isso não a torna menos encantadora. Por mais que exista aquele outro lado, que aquelas noites em claro não sejam felizes, e sim, cobertas de lágrimas por momentos que tu queria esquecer, dificilmente, tu vai querer estar completamente curado dessa tal doença.
* É meus caros, lhes falo do amor. Dessa doença contagiosa que todos já tivemos, ou temos, ou esperamos o momento de ter.
* E falo da saudade que tenho de não ser saudável.
* Depois que comprovada a sua veracidade em ti, ele começa a te causar os sintomas que ao teu ver, tu nunca sentiria. A saudade de quem tu viu a 5 minutos atrás. As lembranças de um momento que a vista de todos, não foi nada, mas pra você, foi tudo. As noites em claro por motivos que em outras ocasiões seriam banais. Os sorrisos incontrolaveis pelos flashs de memória que te marcaram de um modo que ninguém entende. A alegria fulminante e repentina que invade teu peito quando tu ouve um nome, reconhece uma face e/ou sente um cheiro.
* É como uma doença. Não. É uma doença, da qual, muitos não querem se curar. Porque é uma doença que todos querem se contaminar. E , por mais que às vezes ela deixe marcas incuraveis, isso não a torna menos encantadora. Por mais que exista aquele outro lado, que aquelas noites em claro não sejam felizes, e sim, cobertas de lágrimas por momentos que tu queria esquecer, dificilmente, tu vai querer estar completamente curado dessa tal doença.
* É meus caros, lhes falo do amor. Dessa doença contagiosa que todos já tivemos, ou temos, ou esperamos o momento de ter.
* E falo da saudade que tenho de não ser saudável.
domingo, 1 de novembro de 2009
Não tente me entender...
* Tu passa dias, horas, minutos e algumas noites mal durmidas pra tomar certas decisões na vida. Ai, quando tudo parece resolvido, alguém te coloca mais uma pedra no caminho, tu tropeça, rola o caminho todo até o ínicio de tudo. Bem ali, aonde todos os fantasmas ainda te assombram e onde tu tem certeza que não fez o caminho tão certo assim como pensava.
* Só que ao invés de tentar subir a montanha denovo, tu começa a olhar as coisas de outra perspectiva. Afinal, quem disse que tu tem que subir essa montanha? Quem foi que estipulou que já que essa foi a escolha inicial, ela tem que ser única e definitiva? Você mesmo. E quando tu olha as coisas de outro modo, tu ve que não era o caminho que estava errado, era você que não sabia como caminhar. Mas não ache que só por chegar a essa conclusão você tem todas as respostas. Agora são as perguntas que mudaram.
* É ai que eu me encontro, eu deixei de ser espectador, pra tentar ser protagonista. Ninguém pode viver a minha vida por mim. E, mesmo se pudesse, eu nunca deixaria.
* Eu até gosto, de tropeçar, errar, me levantar. E ver, que eu não estava errado, talvez eu só estava procurando a coisa certa no lugar errado. Ou talvez, eu estivesse errado sim. E procure a coisa errada no lugar certo.
* Nada do que eu digo tem fundamento. E eu adoro isso.
* Só que ao invés de tentar subir a montanha denovo, tu começa a olhar as coisas de outra perspectiva. Afinal, quem disse que tu tem que subir essa montanha? Quem foi que estipulou que já que essa foi a escolha inicial, ela tem que ser única e definitiva? Você mesmo. E quando tu olha as coisas de outro modo, tu ve que não era o caminho que estava errado, era você que não sabia como caminhar. Mas não ache que só por chegar a essa conclusão você tem todas as respostas. Agora são as perguntas que mudaram.
* É ai que eu me encontro, eu deixei de ser espectador, pra tentar ser protagonista. Ninguém pode viver a minha vida por mim. E, mesmo se pudesse, eu nunca deixaria.
* Eu até gosto, de tropeçar, errar, me levantar. E ver, que eu não estava errado, talvez eu só estava procurando a coisa certa no lugar errado. Ou talvez, eu estivesse errado sim. E procure a coisa errada no lugar certo.
* Nada do que eu digo tem fundamento. E eu adoro isso.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Pensando....
* Parei para pensar sobre inúmeras coisas. Sobre vários caminhos. Sobre várias pessoas.
* Hoje parei para pensar sobre o que eu sou, sobre aquilo que eu queria ser e sobre o que eu sei que vou me tornar. No fim, não cheguei a nada que possa se chamar de conclusão. Porque a vida é assim, tu nunca sabe o que vem depois do seu próximo passo. É onde mora a graça de viver.
* Eu só queria tirar um dia, só um dia, pra falar tudo que se passa na minha cabeça, mesmo que fossem coisas momentâneas. Tirar um dia, para não poupar uma vírgula, e, mostrar para todos, tudo que eu penso e sinto. Apenas um dia. Mas se eu fizesse isso, eu não seria eu mesmo. Talvez se fizesse isso, ninguém entenderia. Talvez certas coisas foram feitas para ficar dentro de mim.
* A minha dificuldade de dar um passo de cada vez é imensa. Mas o tempo que vale, é o tempo da vida, não o meu.
* Hoje parei para pensar sobre o que eu sou, sobre aquilo que eu queria ser e sobre o que eu sei que vou me tornar. No fim, não cheguei a nada que possa se chamar de conclusão. Porque a vida é assim, tu nunca sabe o que vem depois do seu próximo passo. É onde mora a graça de viver.
* Eu só queria tirar um dia, só um dia, pra falar tudo que se passa na minha cabeça, mesmo que fossem coisas momentâneas. Tirar um dia, para não poupar uma vírgula, e, mostrar para todos, tudo que eu penso e sinto. Apenas um dia. Mas se eu fizesse isso, eu não seria eu mesmo. Talvez se fizesse isso, ninguém entenderia. Talvez certas coisas foram feitas para ficar dentro de mim.
* A minha dificuldade de dar um passo de cada vez é imensa. Mas o tempo que vale, é o tempo da vida, não o meu.
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Vida
* Talvez seja verdade o que dizem sobre mim. A única coisa que eu sei é falar, escrever, expressar. Mas eu nunca tento de fato. E isso, é quanto a tudo na minha vida. Jamais levo algo até o fim, jamais tenho coragem de ir atrás do que eu quero. Deve ser por isso que eu escrevo tanto, uma espécie de alivio, de descarrego, uma forma de expulsar todos os demônios que se criaram dentro de mim, frente a cada situação que eu preferi me omitir , ao invés de tentar.
* E qual a novidade nisso? Também não sei. Porque faz muito tempo que eu estou ciente de tudo isso. Novidade seria, se eu finalmente mudasse, o que com certeza não vai acontecer.
* A vida insiste em me colocar num trajeto de um rio que tem 3 ou 4 vias diferentes, para me fazer escolher uma delas. Para me fazer escolher a melhor delas. Mas, eu nunca sei o que escolher, e geralmente quando escolho, chego até ao meio desse trajeto viro o meu barco e volto até aquele ponto aonde tinha as 3 ou 4 escolhas. A diferença é que, na maioria das vezes muitos, ou quase todos trajetos, estão obstruídos.
* Frente a tantas experiências eu já deveria ter aprendido não é? Mas não, eu não aprendi. Acho que eu não tenho força para remar sozinho e a correnteza sempre está contra mim, o que faz sempre com que eu volte aquele mesmo lugar de calmaria, aquele onde eu tenho que fazer as escolhas. Mas, nem sempre as escolhas ainda estão lá.
* Essa calmaria se chama solidão e esse rio é a minha vida.
* E qual a novidade nisso? Também não sei. Porque faz muito tempo que eu estou ciente de tudo isso. Novidade seria, se eu finalmente mudasse, o que com certeza não vai acontecer.
* A vida insiste em me colocar num trajeto de um rio que tem 3 ou 4 vias diferentes, para me fazer escolher uma delas. Para me fazer escolher a melhor delas. Mas, eu nunca sei o que escolher, e geralmente quando escolho, chego até ao meio desse trajeto viro o meu barco e volto até aquele ponto aonde tinha as 3 ou 4 escolhas. A diferença é que, na maioria das vezes muitos, ou quase todos trajetos, estão obstruídos.
* Frente a tantas experiências eu já deveria ter aprendido não é? Mas não, eu não aprendi. Acho que eu não tenho força para remar sozinho e a correnteza sempre está contra mim, o que faz sempre com que eu volte aquele mesmo lugar de calmaria, aquele onde eu tenho que fazer as escolhas. Mas, nem sempre as escolhas ainda estão lá.
* Essa calmaria se chama solidão e esse rio é a minha vida.
sábado, 3 de outubro de 2009
Inúteis
* Hoje eu queria escrever para marcar, para não deixar esquecer, para relembrar quem sou eu e do que eu sou capaz. Mas, para quem? Para quem eu poderia escrever as inúmeras palavras perdidas dentro de mim?
* Estou frente a condição que faz com que as palavras, não sejam nada além de palavras. Logo, não tenho nada a dizer.
* Ninguém está lendo o livro em que constam as minhas emoções.
* Estou frente a condição que faz com que as palavras, não sejam nada além de palavras. Logo, não tenho nada a dizer.
* Ninguém está lendo o livro em que constam as minhas emoções.
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